Eficiente ou Deficiente?

Dia internacional das pessoas com deficiência

O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de Dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objectivo de proporcionar uma maior compreensão dos assuntos relacionados com esta temática e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas nesta situação.
É imprescindível a tomada de consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, económica e cultural.
Todos devemos respeitar as pessoas com deficiência e promover a sua integração plena na sociedade. Nesse sentido vai ser exibido na BEgas um filme alusivo esta temática, assim como cartazes, um deles elaborado pelo nosso assíduo colaborador, João Pereira do 9º C, outro elaborado pelos alunos da Educação Especial, alusivo a esta temática.

 Prof. Arminda Lemos



Dia 1 de Dezembro: restauração da independência nacional

A Restauração da Independência é a designação dada à revolta iniciada em 1 de Dezembro de 1640, contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da Dinastia Filipina, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança. É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro.
A ideia de recuperar a independência era cada vez mais poderosa e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais. Os Burgueses estavam muito desiludidos e empobrecidos com os ataques aos territórios portugueses e aos navios que transportavam os produtos que vinham dessas regiões. A concorrência dos Holandeses, Ingleses e Franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.
Os nobres descontentes viam os seus cargos ocupados pelos Espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército espanhol e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade! A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada "in loco", era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida da corte e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nos seus palácios ou casas senhoriais, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.
Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe, sem qualquer preocupação com os interesses e necessidades das pessoas que cá viviam... Estas serviam para pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio!
Foi então que um grupo de nobres,  cerca de 40, se começou a reunir, secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha. Uma revolta que pudesse ter êxito.
  Sendo assim, no dia 1 de Dezembro  de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração no trono de Portugal da Casa de Bragança, dando o poder reinante a D. João IV.
 Pesquisa efectuada  pela Equipa da BEgas na Wikipédia