Modernização da Escola: Instalações provisórias

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Esta semana a escola adquiriu um novo aspecto! Mudança radical de algumas secções, designadamente, Direcção, Serviços Administrativos, Biblioteca, Refeitório, Bar, Reprografia e Sala dos Professores, para as novas instalações provisórias, ou seja os já famosos Monoblocos, que pouco a pouco foram impondo a sua presença no nosso horizonte visual.
O panorama  está diferente  porque a Escola vai ser  remodelada  e modernizada.  Claro que vai  haver  algumas interferências no  seu  normal funcionamento,  pois todos sabemos que obras são obras, causam alguns transtornos, por mais que se tentem minimizar,  mas vai  valer a pena, porque  é uma aposta no futuro!
 Nesse sentido,  é fundamental a colaboração e compreensão  de toda a comunidade escolar no âmbito  deste projecto de modernização.

 Prof. Arminda Lemos

Livro do mês: Maio 2011


                     A  Casa dos Espíritos                                                Isabelle Allende
 
O livro conta a saga da família Trueba, cujo patriarca é o latifundiário Esteban Trueba. O romance tem sua narrativa caracterizada por uma notável lucidez histórica e social e mostra uma visão dura da história chilena, entre 1905 e 1975. O livro combina magia e realidade e Isabel Allende empresta a sua visão muito pessoal do realismo fantástico inserido na Casa dos Espíritos.
Esteban Trueba, um jovem ambicioso, dispõe-se a trabalhar arduamente numa mina, durante dois anos, para fazer fortuna e assim poder casar-se com Rosa. Mas ela morre subitamente, depois de uma premonição da irmã Clara. Esteban desgostoso, abandona a mina e passa a viver só, numa velha fazenda abandonada. Torna-se um latifundiário rico, poderoso, cruel e reaccionário. Vários anos depois da morte de Rosa, Esteban casa-se com Clara, que era dotada de poderes paranormais . Vai viver com o casal, a irmã dele, Férula.
Nasce Blanca que, na infância, brinca com Pedro, filho do capataz, o que leva o pai a mandá-la para o internato, com medo de que ela se “misturasse” com os nativos. O casal tem mais dois filhos: os gêmeos Jaime e Nicolau. Esteban tem ciúmes da amizade de Clara com Férula e expulsa a irmã de casa.
Quando Blanca volta do internato torna-se amante de Pedro, então líder da rebelião dos empregados e futuro activista político. O jovem é banido da propriedade pelo patrão. Trueba teve ainda um filho ilegítimo com uma camponesa, um jovem estranho, que sempre reaparece misteriosamente para pedir dinheiro ao pai rico e que cumprirá depois um papel importante na históriaInformado pela mulher de que Blanca estava grávida, Esteban, que tinha ambições políticas e não queria “manchas” na família, a obriga a casar-se com um pretenso conde francês.
Pedro e Blanca lutam por justiça social e depois saem do país. Alba segue o caminho dos pais e é presa e torturada. Como pano de fundo desta saga familiar, está a história do Chile em boa parte deste século, culminando com o golpe militar de 1973Catorze capítulos e um epílogo integram o romance, que é narrado por três personagens: Esteban Trueba, Clara, em seus cadernos de anotar a vida, e a neta deles ― Alba.
Realismo fantástico atrelado à mais dura realidade chilena, a história é uma saga que se estende por três gerações de uma mesma família. Um livro muito interessante!

Prof. Arminda Lemos

Feira das Plantas


No dia 27 de Abril de 2011, realizou-se uma feira de plantas junto ao jardim da escola. Esta feira foi programada para assinalar a comemoração do Dia da Mãe. A variedade de plantas disponíveis foi bastante grande e havia plantas a preços bastantes acessíveis. O preço variou entre 75 cêntimos e 20 euros. Apesar da crise que o país atravessa, a adesão da comunidade escolar foi muito satisfatória.
As plantas são seres vivos sem os quais o homem não poderia viver, por isso há que promover atitudes como as de plantar plantas para podermos usufruir desse recurso biológico. As plantas fornecem-nos oxigénio, algumas fornecem-no alimento, outras permitem fabricar vestuário, mobiliário, papel e medicamentos.

A professora:

Célia Sequeira


25 de Abril: Dia da Liberdade

No dia 25 de Abril de 1974 rebentou uma grande Revolução em Lisboa levada a cabo por um grupo de militares conhecido como Movimento de Forças Armadas que derrubou o governo sem que para tal fosse necessário o derramamento de sangue.
Depois de muita dedicação e coragem deitou-se abaixo a Ditadura e implantou-se a Democracia.
Foi assim que se deu o 25 de Abril o dia da Liberdade.
Cravo: o símbolo da revolução.
No próprio dia da revolução, uma pastelaria na Baixa preparava-se para comemorar mais aniversário oferecendo flores a todos os clientes. A funcionária encarregada de comprá-las passou pelos militares e começou a distribuir os cravos vermelhos. Os soldados puseram-nos nos canos das espingardas. O cravo tornou-se a imagem da Revolução e o 25 de Abril ficou conhecido (pelo menos nos seus primeiros tempos) como a “Revolução dos cravos”.

 Prof. Arminda Lemos